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terça-feira, 6 de setembro de 2011

SCRIPTA ALUMNI - UNIANDRADE



CHAMADA E NORMAS PARA PUBLICAÇÃO 






A Revista Scripta Alumni (ISSN 1984-6614) é uma publicação eletrônica semestral do corpo discente do Curso de Mestrado em Teoria Literária do Centro Universitário Campos de Andrade – Uniandrade.


A publicação tem como objetivos promover e divulgar a produção acadêmica dos mestrandos da Uniandrade e de outras IES, incentivar a troca de ideias e a reflexão crítica sobre os estudos literários, nos mais diversos campos artísticos ligados à literatura, tais como: o cinema, o teatro e a dramaturgia, a pintura, entre outros.


A Revista Scripta Alumni lançará em breve o quinto número da publicação, em fase de conclusão. Em razão disso, já está aberto o período de envio de artigos para o sexto número, que será lançado em janeiro.


Os mestrandos interessados em publicar artigos devem enviá-los até a data de 15 de outubro de 2011 à Editora Janice Thiel. Serão aceitos artigos que receberam a revisão e o aval do Professor responsável e que estejam dentro das normas de publicação (abaixo descritas).


E-mail para o envio dos artigos:  janicecthiel@hotmail.


As Editoras,


Janice Thiel e Verônica Daniel Kobs




NORMAS PARA PUBLICAÇÃO




TÍTULO DO TRABALHO: CAIXA ALTA, NEGRITO, CENTRALIZADO.


Nome do autor: Um toque abaixo do título, alinhado à direita; e-mail na linha seguinte. Usar notas de fim de texto para identificar o orientador do trabalho e o vinculo do autor com uma instituição de ensino superior.


Fontes: Arial 12 no texto.
             Arial 11 no resumo e  nas citações longas endentadas.


Espaçamentos: 1,5 no corpo do texto.
                         1,0  no resumo e nas citações longas.


RESUMO: Apenas em português. De 100 a 120 palavras, colocado antes do texto.  Depois do resumo, incluir palavras-chave (de 3 a 6), separadas por ponto. Ex.:


PALAVRAS-CHAVE: Intermidialidade. Arte contemporânea. Palavra. Imagem.


Extensão: Mínimo de 10 páginas (cerca de 4000 palavras) e máximo de 20 páginas (cerca de 8000 palavras).


CITAÇÕES E REFERÊNCIAS: Citações de até 4 linhas devem ser incluídas no próprio texto, entre aspas. Citações com mais linhas devem ser destacadas do texto, alinhadas pela margem de parágrafo, digitadas com espaçamento 1,0 fonte Arial 11 e não conter aspas. Incluir referências às citações no próprio texto, entre parênteses. Ex.:


(MILLER, 2003, p. 45-47).


Importante: Observar a pontuação junto aos parênteses: Colocar o ponto depois dos parênteses, nas citaçoes no corpo do trabalho. Colocar o ponto antes dos parênteses, nas citações longas endentadas.


Citação de um autor em outro. Ex.:


(DRUMMOND, citado em BRAYER, 1978, p. 101).


Quando o autor já estiver mencionado no parágrafo, basta colocar a referência do ano em que foi publicada a obra e as páginas. Ex.:


Os conceitos de Proust explicam a memória voluntária – caso desta narrativa de Woolf – que na visão de Bergson, equivaleria ao que chamou de espiritual-mental, quando se toma a consciência dos fatos vividos: a mente tem o poder arbitrário de escolher os fatos a relatar (1999, p.89-90) (ênfase acrescentada) ou (grifo no original).


Seguir as normas da ABNT quanto à digitaçao das REFERÊNCIAS a serem incluídas depois da conclusão do texto:


- Para livros, a entrada deverá ter o seguinte formato:


GOMES, C. Metodologia científica. 2. ed. São Paulo: Atlântica, 2002.


- Para artigos publicados em revistas e periódicos:


ALMEIDA, R. Notas sobre redação. A palavra, 2. série, Rio de Janeiro, v. 1, n. 4, p. 101-124, abr. 2003.


- Para citação eletrônica, a entrada deverá ter o seguinte formato:


LIMA, G. Referências de fonte eletrônica. Disponível em: Acesso em: 21 set. 2006.


Para a apresentaçao de divisões e subdivisões do trabalho (se houver):


- DIVISÃO: CAIXA ALTA, NEGRITO. Usar 2 espaços entre o fim do texto anterior e o subtitulo; usar 1 espaço apenas entre o subtítulo e o inicio do texto seguinte.


- SUBDIVISÃO: CAIXA ALTA NÃO NEGRITADA.


- Itens x.x.x Apenas a primeira palavra com maiúscula. Ex.:


3.3.1 Técnicas narrativas.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

30ª SEMANA LITERÁRIA - SESC/PR




DE 12 A 17 DE SETEMBRO - PRAÇA SANTOS ANDRADE - CURITIBA/PR


LITERATURA E SOCIEDADE

Já se foi o tempo em que se pensava que a literatura era capaz de reproduzir, ponto a ponto, como um espelho frio e neutro, as coisas do mundo real. A literatura não é um espelho. O século 20 nos mostrou que as relações entre a ficção e a realidade são intensas sim, mas complexas e nem um pouco lineares.


Vista hoje não como espelho passivo, mas como combustível poderoso de decifração e alargamento do real, a literatura passa a ter um novo papel social. Os escritores não são filósofos, ou cientistas, muito menos religiosos, ou pregadores. A literatura é um mundo específico, que se distingue com veemência da ciência, da filosofia e a religião. Sua potência na vida social é, portanto, singular. Podemos dizer mais: é insubstituível.


Escritores abrem janelas para novos mundos, descortinam realidades ocultas, ampliam a visão tradicional e costumeira que temos da sociedade. Nas mãos dos escritores, a vida social deixa de ser repetição e pragmatismo, afasta-se das normas e do conhecido, para se tornar invenção e, sobretudo, surpresa. A literatura nos leva a ver coisas que, antes dela, não conseguíamos ver. Ela nos faz considerar possibilidades, experimentar perspectivas e alimentar esperanças que, de outro modo, nos escapariam.


A literatura é, por excelência, o lugar da liberdade interior. Lugar do particular, e não do geral, do único, e não das séries e da repetição, ela se oferece, em nosso conturbado século 21, como um poderoso instrumento de interpretação e de desvendamento do real. Não para oferecer respostas prontas, porque se faz isso literatura não é, mas para gerar novas e atordoantes perguntas. Não para produzir soluções, mas novas inquietações. Não para reduzir a palavra a um simples instrumento técnico, mas para dela arrancar uma parte do futuro.


A Semana Literária – Feira do Livro Sesc tem como tema “Literatura e Sociedade”. A ideia é discutir o lugar que a literatura ocupa no mundo, as portas que ela pode nos abrir, o que dela podemos, ou não podemos, esperar. Qual é a função da literatura? No século 21, marcado pelas imagens, pela velocidade e pela web, qual é o seu papel? As mesas do evento não prometem respostas, mas uma reflexão acurada. Não prometem fórmulas, ou súmulas, mas o exercício libertador da interrogação.



José Castello - Curador


Programação Gratuita

Os participantes com 80% de presença nas mesas e palestras

receberão certificados de extensão universitária pela UFPR

 
Inscrições:

Sesc da Esquina

Rua Visconde do Rio Branco, 969

Tel. 3304-2222

 
Paço da Liberdade

 
Praça Generoso Marques, 189

Tel . 3234-4200

 
Sesc Centro

Rua José Loureiro, 578

Tel. 3233-7422

 
Sesc Portão

Rua João Bettega, 770

Tel. 3329-9999

 
Sesc Água Verde

Avenida República Argentina, 944

Tel. 3342-7577




quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Ser ou não ser humano, essa é a questão: Paisagem marítima, de Edward Albee

 Profa. Anna Stegh Camati
 



Produção do Lincoln Center no Booth Theatre (2005). Direção de Mark Lamos
 
Considerado o dramaturgo vivo mais importante dos EUA, um clássico da dramaturgia estadunidense ao lado de Eugene O’Neill, Tennessee Williams e Arthur Miller,  Edward Albee é detentor de três prêmios Pulitzer: Um equilíbrio delicado (A Delicate Balance – 1966), Paisagem marítima (Seascape – 1974) e Três mulheres altas (Three Tall Women – 1994). Suas experimentações dramatúrgicas surpreenderam as plateias e os críticos, mudando as feições do drama norte-americano.
Albee retrata o homem neurótico do século XX e XXI: seus medos, perdas, crueldade, isolamento e solidão. Lança um olhar extremamente crítico sobre o American way of life, fazendo a demolição dos mitos da cultura norte-americana como sendo armadilhas da ilusão e do auto-engano. Em Paisagem marítima, obra pouco conhecida no Brasil, o que começa parecendo estranho, revela-se, em seguida, assustadoramente familiar e quotidiano. A introdução dos lagartos humanóides faz parte das técnicas de estranhamento que o autor emprega para alcançar seus objetivos; é uma estratégia usada para atingir uma dimensão e compreensão mais profunda da realidade.
O teatro de Albee desencadeia uma reflexão aguda sobre a condição humana. A redução da humanidade que pode ser percebida em suas peças é um expediente dramatúrgico para provocar desconforto e alertar que é preciso empreender uma humanização do humano. Sua dramaturgia, chamada de teatro da inquietação, engaja mais o intelecto do que as emoções. Um dos recursos retóricos característicos deste teatro é a ironia, um modo de distanciamento intelectual que remove a certeza de que as palavras signifiquem apenas o que elas dizem. A ironia irrita porque nega nossas certezas ao desmascarar hipocrisias e mentiras, provocando vários graus de desconforto.
O texto discute os ganhos e as perdas do processo da evolução e a natureza das emoções e relacionamentos humanos. A narrativa é ambientada em uma praia deserta, e apenas quatro personagens se inserem nesta paisagem: o casal de humanos, Charlie e Nancy, e o casal de lagartos humanóides, Leslie e Sarah.  No primeiro ato, o casal de humanos, de meia idade, discute o que ainda lhes resta nesta vida. Nancy, acertadamente, diz “Nós mesmos – e um pouco de tempo”. Ela pretende viver intensamente a vida, aproveitar o tempo que lhe resta, mas Charlie quer apenas “lagartear”, sem fazer nada. No final do primeiro ato, dois enormes lagartos humanóides entram em cena. Eles evoluíram a tal ponto que sentem não pertencer mais ao elemento água e estão à procura de uma nova vida em terra firme.
No segundo ato, Albee se revela um observador implacável dos preconceitos, mesquinharias e hipocrisias do gênero humano, quando mostra o encontro entre os humanos e os lagartos humanóides. Nancy é mais aberta à troca de experiências e ideias, mas Charlie mostra-se extremamente arrogante e se refere aos lagartos como “animais irracionais”. Quando Leslie lhe pede uma explicação sobre o significado desses vocábulos, ele retruca “Animal irracional? É nem perceber que está vivo, muito menos... que vai morrer!” Esta definição se aplica como uma luva a ele próprio que age como um morto-vivo, com os sentidos embotados.
O casal humano, desestruturado no início da peça, vai se humanizando nesse contato com os lagartos, redescobrindo o que vem a ser a emoção através da reação de Sarah que revela uma enorme capacidade de sentir, quando confrontada com a hipótese da perda de Leslie. Albee parece aludir às especulações filosóficas dos vitalistas, dentre eles Henri Bergson, que argumenta que no processo de evolução da humanidade, com a crescente mecanização e automatização, o homem perdeu muito de sua sensibilidade.
O contato com os humanos quase convence o casal de lagartos a voltar para seu habitat aquático, mas eles resolvem ficar ao receberem a informação de que a evolução é um processo inevitável. Apesar de não responder diretamente à pergunta se a vida vale a pena ser vivida, Albee nos oferece indícios de que devemos vivê-la da maneira mais plena possível, uma vez que não nos resta alternativa.
Em Paisagem marítima, o questionamento de Albee sobre a questão do ser ou não ser humano nos remete ao poema “Os homens ocos” (1925) de T. S. Eliot, no qual o poeta põe a nu o isolamento e a incomunicabilidade dos seres humanos no mundo contemporâneo, os mortos-vivos que atravessam a vida sem fazer contato com os seus semelhantes, os homens empalhados com os sentidos embotados. Albee lamenta a perda da energia vital: uma vida de não envolvimento, sem entusiasmo ou paixão se torna o caminho mais curto para a desumanização.
 

sábado, 2 de julho de 2011

Um mistério no trem-fantasma e O mistério dos sinais da passagem dEle pela cidade de Curitiba



Prof. Dra. Verônica Daniel Kobs
              Nesses dois contos de Valêncio Xavier, a utilização de notícias de jornal não é o único recurso a reforçar a verossimilhança do texto literário. Outra estratégia que provoca o efeito de realidade sobre o leitor é o uso de Curitiba, um espaço real, como cenário. Muitos leitores, com base nesses elementos, transferem a realidade dos referentes para a história, chegando, às vezes, a desconsiderarem a natureza ficcional, inerente ao texto literário.
              No conto Um mistério no trem-fantasma, no melhor estilo kitsch, os personagens se conhecem no Passeio Público, um dos cartões postais da cidade, e terminam a tarde no extinto parque de diversões Alvorada. Essa especificação dos espaços aumenta ainda mais a impressão de que a história é verídica. Como o autor opta, desde o início da história, pela dissolução da fronteira entre realidade e ficção, ele, de fato, não poupa esforços para confundir o leitor. O narrador cita dia, mês e ano do desaparecimento da protagonista, Jucélia Ramos, cujo retrato falado também é reproduzido, no conto. O sumiço da moça ocorreu no dia 19 de julho de 1969, mesma data da chegada do homem à Lua. Aliás, esse detalhe também ajuda a convencer o leitor de que a história realmente aconteceu.
              E o conto vai se fazendo a partir dos depoimentos de testemunhas, do parecer do delegado do caso (o autor, inclusive, estiliza o discurso policial, para tornar o texto mais verossímil) e das hipóteses formuladas pelos diferentes jornais da época. As versões, bastante divergentes, vão desde a abdução da jovem por extraterrestres, fuga espontânea e premeditada, até a associação do desaparecimento a mais uma ação do MR-8 no Paraná.
              Apesar de, nesse conto, a função do jornal ser reduzida, se comparada ao papel do texto jornalístico, na novela O mez da grippe, os inúmeros elementos aqui citados suprem essa ausência e pode-se afirmar que até chegam a alcançar maior efeito, no que diz respeito à verossimilhança do texto. Recurso também poderoso é a ilustração do texto, que não compreende desenhos simplesmente, mas fotos. A intenção é tornar a protagonista mais real ao olhar do leitor. Jucélia Ramos (que tem até sobrenome e cujo rosto aparece estampado em um retrato falado) não é tratada como personagem construída. Ela ganha status de pessoa real, curitibana e frequentadora habitual dos espaços de lazer da cidade, assim como as pessoas mostradas nas fotos, nos carrinhos do trem-fantasma.
              Embora utilize menos recursos para conferir realidade à história, o conto O mistério dos sinais da passagem dEle pela cidade de Curitiba também utiliza a fotografia e trechos de jornais para confundir o leitor. A notícia do assassinato de uma prostituta por um engraxate, que usou uma estaca de madeira e, provavelmente, tenha sido possuído pelo demônio, na hora do crime, parece mais uma lenda urbana.
              Entretanto, dados precisos são informados. O assassinato aconteceu em 29 de maio de 1986 e, de acordo com o narrador, chamou a atenção da imprensa: “O revoltante crime teve muita repercussão na época e a Folha de Curitiba publicou fotos do cadáver na primeira página, o que provocou protestos generalizados. A Tribuna do Paraná, do doutor Paulo Pimentel, também publicou as fotos na primeira página (…).” (XAVIER, 2002, p. 319). No trecho citado, é de suma importância o tom de testemunho da narração. Esse recurso é similar ao usado em O mez da grippe, nos trechos que registram o depoimento de Dona Lúcia. No entanto, é fundamental perceber que, na novela, o que a personagem afirma contradiz as fontes oficiais e, no conto, o narrador respalda seu testemunho no que os jornais da época noticiaram. Não importa se o crime ocorreu ou não ou se foi, de fato, publicado nos jornais citados pelo narrador. O que é primordial é o fato de o narrador sustentar seu testemunho, citando suas fontes.   
              Seguindo o mesmo padrão do conto analisado anteriormente, O mistério dos sinais da passagem dEle pela cidade de Curitiba traz uma foto que mostra fezes e pegadas humanas em um terreno baldio, palitos de fósforo e pedaços de uma edição do jornal A Tribuna, mais precisamente a publicação de “segunda-feira 2 de novembro de 1987 Ano XXXII n 9.062/24 páginas” (XAVIER, 2002, p. 320). Esse detalhamento, na apresentação do jornal que aparece na foto, cria a impressão de realidade, além de brincar com a (im)possibilidade das coisas. A história considera possível que o assassino da prostituta e as pegadas no terreno baldio sejam obras do demônio. É óbvio que uma narrativa fantasiosa como essa não ganharia espaço nos jornais. Porém, o pedaço de jornal mostrado na foto serve de prova incontestável ao que antes parecia fruto de uma imaginação fértil.
              Nesse conto, Valêncio Xavier mostra-se ardiloso e eficaz, ao comprovar, mais uma vez, que o discurso jornalístico não investe apenas na construção narrativa (e, portanto, não factual); ele também é capaz de fabricar notícias e, ao fazer isso, demonstra a frágil e relativa separação entre o fato e a fantasia. 


(Excerto do artigo A literatura, o jornal e as verdades dos fatos, escrito pela Prof. Dra. Verônica Daniel Kobs e publicado na revista Miscelânea, Assis, vol. 8, jul.-dez. 2010)

sexta-feira, 24 de junho de 2011

PROFESSORES E ALUNOS DA UNIANDRADE PARTICIPAM DE EVENTOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS



Por Mail Marques de Azevedo

VI CIEL – CICLO DE ESTUDOS EM LINGUAGEM

            Mail Marques de Azevedo e Anna Stegh Camati, professoras do Mestrado em Teoria Literária da UNIANDRADE coordenam simpósios formados por mestrandos da UNIANDRADE e apresentam trabalhos no VI CIEL – Ciclo de Estudos em Linguagem, a realizar-se na Universidade Estadual de Ponta Grossa, de 20 a 22 de junho de 2011. A Profa. Mail Azevedo coordena o Simpósio intitulado “Identidades do eu em narrativas de vida“, e apresenta o trabalho “A poética do gênero memorialístico“ como introdução ao simpósio, do qual participam os alunos: Samara de Souza Roggenbach – “Memórias da Emília, exemplo sui generis de memórias“, Irene Camilo – “Hans |Staden: a visão do outro“, Cleunice Fritoli – “O ofício de viver: a narrativa diarística de Cesare Pavarese como testemunho vivo de uma época“, e Mary Galan Boaron –  “O resgate da memória como narrativa na obra Infância de Graciliano Ramos“. A Profa. Anna Camati coordena dois simpósios; no primeiro, intitulado “Representações do novo sujeito da modernidade na dramaturgia de Ibsen“, ela apresenta o trabalho “A crise do drama e o surgimento de novas formas de subjetivação nas peças de Ibsen“ como introdução ao simpósio que inclui o trabalho dos alunos Deangelis Andrigo Ruhmke – “Os subterrâneos da subjetividade das personagens em Rosmersholm“, Saray do Rocio Chila Meira – “O eu múltiplo, contraditório e em constante processo em Hedda Gabler“,  e Suzana Mierzva Ribeiro – “A mentira vital em O pato selvagem“. No segundo simpósio, intitulado “Representações pictóricas e/ou simbolistas do sujeito ibseniano“, a Profa. Anna Camati apresenta o trabalho “Diálogos entre teatro e pintura em Quando nós mortos acordarmos“ e conta com a participação dos alunos Marly Agumi Sanefuji Werner – “A presença do sinistro em O pequeno Eyolf“, Márcia Valéria Costa Sales – “A constituição identitária da personagem feminina em A dama do mar“, e Galeno Cristóvão Ferreira Machado – “O sujeito eternamente desejante em Solness, o construtor“. A proposta dos simpósios e os resumos dos professores e alunos podem ser acessados no seguinte endereço eletrônico:

http://eventos.uepg.br/ciel/listasimposios/php

 

9º CONGRESSO MUNDIAL SOBRE SHAKESPEARE

(9th WORLD SHAKESPEARE CONGRESS)

A professora  Anna Stegh Camati (UNIANDRADE) e o professor Tom Bishop (Universidade de Auckland, Nova Zelândia) coordenam o seminário nº 24, intitulado Shakespearean Metamorphoses: Intermedial Transactions (Metamorfoses shakespearianas: transações intermidiáticas), que integra a programação acadêmica do 9º Congresso Mundial sobre Shakespeare. O evento será realizado na Charles University em Praga, de 17 a 22 de julho de 2011, com palestras, painéis, seminários e workshops. A temática central do seminário n. 24 são as mudanças geradas pelas transações intermidiáticas no processo de adaptação do texto shakespeariano para outras artes e mídias, como a arte performática, a ópera, o teatro musical, o cinema, a televisão, os quadrinhos e as mídias digitais. Entre os doze participantes do seminário estão as professoras da UNIANDRADE, Mail Marques de Azevedo, que contribui com o ensaio “Text, Performance and Film: An Intermedial Reading of Antunes Filho’s Throne of Blood/Macbeth“, em co-autoria com a Profa. Liana Leão da UFPR, e a Profa. Cristiane Busato Smith, que assina o artigo “Otelo de Oliveira: The Brazilian Accent of Othello“. O resumo do seminário liderado pela Profa. Anna Camati  pode ser acessado no site 9º Congresso da ISA.

 

 

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Movie Takes: A Magia do Cinema na Sala de Aula



Prof.ª Dr.ª Janice Thiel (Uniandrade)




TELA QUENTE



"Dirigida a professores de inglês, esta obra sugere que a exibição de filmes em sala de aula pode contribuir para o aprimoramento da habilidade leitora e ajuda na construção de conhecimentos linguísticos.

Destaque As atividades propostas no livro, criadas para a aplicação antes, durante e depois da exibição."

Movie Takes: A Magia do Cinema na Sala de Aula, Grace Cristiane Thiel e Janice Cristine Thiel, 120 págs., Ed. Aymará, tel. (41) 3213-3500, 39 reais



Revista Nova Escola, Ano XXVI, nº. 241, Abril 2011